Treinador também não gostou da antecipação da abertura da janela de transferências, o que teria aumentado o assédio europeu sobre os atletas.
(Foto: Ricardo Saibun / Site Oficial do Santos)
- Qualquer situação como essa de negociação mexe muitos clubes brasileiros e faz com que altere a cabeça de todos nós. Tanto dos dirigentes, como do atleta e da família do atleta. Por isso que digo que temos que mudar essa condição. Não tem como fazer o planejamento para trabalhar de janeiro a janeiro. Depois de três meses, os clubes perdem os jogadores – reclamou.
O comandante não gostou também da antecipação para esta terça-feira da janela de transferência do mercado europeu, que serve para compra e venda de jogadores. Pela regra inicial, a janela só seria aberta a partir de 3 de agosto.
- A janela foi praticamente aberta em cima da decisão da Copa do Brasil (nos dias 28 de julho e 4 de agosto, contra o Vitória). Para gente foi excelente, tanto que o corre corre (por negociações) começou há três dias atrás. São competentes ao extremo – disse, em um misto de ironia e crítica.
Depois de perder o atacante André, vendido por 8 milhões de euros (R$ 18,5 milhões) para o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, a proposta da vez agora é por Neymar, que está na mira do Chelsea, da Inglaterra. O clube inglês ofereceu 20 milhões de euros (R$ 46 milhões). O Santos pretende vender o atleta apenas se a proposta chegar ao valor da multa prevista em contrato: 35 milhões de euros (R$ 81 milhões).
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